julio 1, 2008
O MESSIAS DA ERA DIGITAL – MATRIX – um plágio grosseiro da história da redenção na Bíblia
Misturando religião e tecnologia, Matrix tenta explicar origem da vida.
Poucos filmes foram tão aguardados pelo público quanto The Matrix Reloaded, a continuação do filme que deu novos ares ao modo de se fazer cinema, misturando, entre outras coisas, games, quadrinhos e internet. Aclamado entre a crítica cinematográfica pelas inúmeras referências filosóficas, religiosas e tecnológicas, o filme escrito e dirigido pelos irmãos Larry e Andy Wachowski tornou-se uma verdadeira febre entre gente de todo tipo. Para quem não se lembra da trama, Neo é o messias de uma era dominada pela inteligência artificial dos computadores. Uma visão futurista que mistura ciência e religião e já faturou US$ 500 milhões desde a sua estréia em 1999, e deve bater mais recordes, considerando que outros US$ 300 milhões foram investidos na seqüência da trilogia.
O filme ficou, obviamente, muito mais comercial e já prepara os fãs para a última parte da série, The Matrix Revolutions. Apesar de não repetir o impacto do primeiro episódio no que diz respeito ao roteiro, as cenas de ação recheadas de lutas, tiros e perseguições em tomadas tridimensionais, somadas a uma trilha sonora pancada, torna cada minuto do filme eletrizante. Mas o que apetece ao paladar do crente que assiste Matrix são as diversas alusões pescadas num repertório judaico-cristão – a começar pelo próprio personagem Keanu Reaves, o hacker Neo. Ele é considerado por Porpheus, uma espécie de profeta que comanda uma nave batizada com o nome do rei babilônico Nabucodonosor, como o Messias.
A cidade fortificada onde os seres humanos buscam refúgio do poder destrutivo das máquinas é Zion (ou Sião). As referências não param por aí e culminam em um diálogo entre Neo e o Arquiteto, o programador que criou o mundo de Matrix – quem quiser entender que está se falando de Deus e da criação do universo não estará assim, digamos, viajando na maionese. O hacker do bem se vê diante de duas portas, onde terá que utilizar do seu livre-arbítrio para escolher entre a salvação da humanidade e de sua namorada Trinity ou um up grade no sistema. Páreo duro esse!
Para quem ainda não foi iniciado em Matrix, é fundamental uma preparação assistindo ao primeiro filme da série para não ficar boiando entre bits e bytes, tentando entender uma história aparentemente sem pé nem cabeça. Atenção também para a trilha sonora que conta com a presença dos roqueiros cristãos do P.O.D., que participam com a música Sleeping awake (ou “Dormindo acordado”). Bem sugestivo para um filme que se debate entre o real e o virtual, entre a fé e a tecnologia.
Marcas que o tempo não apaga – Autora do poema lança livro no Brasil
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Quase todo mundo literalmente – já leu, ao menos uma vez, o poema Pegadas na areia. Em versos singelos, ele é uma mensagem que tem confortado e inspirado milhões de pessoas há exatos 40 anos. O relato é simples. Uma pessoa observa a trajetória de sua vida na forma de pegadas deixadas na areia. Ao lado das suas, há outro par de pegadas deixadas por Jesus Cristo, numa metáfora de que o Senhor sempre caminha ao lado daqueles que nele confiam. Em dado momento, contudo, o peregrino percebe que há apenas um par de pegadas marcadas no solo – justamente nos momentos mais difíceis de sua vida. Então, indaga ao Mestre porque o deixara sozinho nas horas de aflição. Jesus, então, responde ao seu interlocutor que só havia um rastro porque ele estava carregando-o nos próprios braços. Um dos poemas mais conhecidos de todos os tempos, Pegadas na areia é particularmente querido pelos evangélicos, que encontram ali uma síntese do Evangelho. Ele já foi reproduzido de todas as formas, em quadros, cartões, marcadores de livros, bibelôs, camisetas e uma infinidade de produtos. Inúmeras residências, escolas, escritórios e hospitais ostentam, na parede, flâmulas com o texto impresso. Normalmente considerado anônimo, o que poucos sabem é que o autor, ou melhor, autora de Pegadas na areia tem nome e sobrenome. Trata-se da canadense Margaret Fishback Powers, que, além de ser uma crente convicta, mantém um ministério internacional voltado à evangelização de crianças. Ela esteve no Brasil em julho, participando de eventos de lançamento do livro que conta a história do poema (ver seção Multimídia – Literatura nesta edição), e recebeu a reportagem de ECLÉSIA durante sua passagem por São Paulo. “Muita gente pensa que Pegadas na areia é fruto apenas de minha criatividade. Porém, para mim, ele foi uma experiência bem real, composto em um momento de grandes expectativas e poucas certezas em minha vida”, diz a autora. Sua proximidade com a fé e as letras vêm de longe. Desde a adolescência, quando era missionária batista e dava aulas para crianças em Quebec, em seu país, ela demonstrava talento especial para escrever. A história do poema começou quando Margaret foi para um retiro de jovens da igreja, auxiliando o então namorado Paul, um dos responsáveis pelo evento. “Era o dia de Ação de Graças de 1964 e, ao chegarmos, fui dar uma volta na praia com ele”, recorda. O compromisso era recente – estavam juntos havia apenas seis semanas – e Paul acabara de pedi-la em casamento. Entretanto, o jovem casal tinha poucas esperanças de futuro. “Éramos muito diferentes um do outro. Paul tinha um passado marcado por violência e drogas. Não tínhamos perspectivas profissionais ou financeiras pela frente e nem mesmo se nossas famílias e a igreja iriam nos apoiar”, conta Margaret. De volta do passeio, os dois notaram que as ondas apagaram algumas pegadas, deixando apenas um par visível. “Talvez isso seja um prenúncio de que nossos sonhos serão levados água abaixo”, sugeriu ela. “Não!”, protestou Paul, para, então, tomá-la em seus braços e concluir: “Teremos turbulências, mas seremos um só na caminhada. E o Senhor nos tomará assim, em seus braços, se confiarmos e tivermos fé nele”. Aquelas palavras românticas ficaram marcadas no íntimo da jovem. Naquela noite, ela não conseguiu dormir e orou bastante. No dia seguinte, apresentou ao namorado não apenas sua certeza em Deus do casamento e futuro dos dois, mas o poema que, anos depois, tanto sucesso faria, ainda com o título Eu tive um sonho. Álbum de casamento – Paul fez questão de declamá-lo a todos no encerramento do retiro. Margaret não podia mesmo ter a menor noção da proporção que tomariam os versos simples que acabara de escrever. Anos depois, já casada, ela reencontraria sua obra de forma completamente inesperada. Seu marido sofreu um acidente e recuperava-se no hospital. “Eu estava na UTI, e uma enfermeira, querendo me consolar, segurou minha mão e começou a recitar o poema”, conta Paul Powers, hoje um respeitado pastor batista em Vancouver, no Canadá. E as surpresas não pararam. Tempos depois, qual não foi o susto de Margaret ao se deparar na rua com um imenso outdoor que estampava os versos? “Voltei correndo para casa, toda eufórica”, lembra. A partir dali, a luta foi para provar que o poema, já então conhecido como Pegadas na areia, não era anônimo. “Tínhamos mais de 200 testemunhas que o ouviram e receberam uma cópia naquele retiro. Além disso, ainda o havia escrito na abertura de nosso álbum de casamento, em 1965″, explica Margaret. Tendo sua autoria reconhecida, ela tornou-se uma celebridade. Margaret não arrisca dizer como Pegadas se espalhou pelo mundo, nem em quantos lugares já chegou. Mas certamente são muitos. Apenas o livro que conta sua história, e que agora chega ao Brasil já foi publicado em outros 20 países. “É o agir de Deus”, simplifica a autora, uma simpática senhora que prefere não revelar a idade. Ela já escreveu dez livros e compôs outros 16 mil poemas, a maioria com temática cristã. Alguns também são bastante conhecidos pelo público brasileiro, como Carta de um amigo, que muitas igrejas evangélicas utilizam como material evangelístico. O talento literário da poetisa também é instrumento de ação social. O casal criou e dirige a Little people Ministry Association, ministério interdenominacional que promove assistência a crianças de todo o mundo. “Agora estamos treinando jovens que trabalharão na evangelização infantil em países como Tailândia, Costa Rica, Japão e no Caribe”, diz Paul Powers. Uma boa parte dos recursos do ministério vem dos direitos autorais da obra de Margaret. Além disso, seus textos são alguns dos principais recursos didáticos do Little people, usados nas aulas para crianças em milhares de escolas, hospitais e orfanatos. Naturalmente, a autora tem recebido, ao longo desses anos, inúmeros relatos de gente que associa Pegadas na areia a alguma situação de suas vidas. Geralmente, são pessoas que encontraram no poema alento em situações de dor, doença ou morte. Um dos casos que mais a emocionou foi o de um soldado americano na primeira Guerra do Golfo, entre 1990 e 1991. “Li num jornal que um fuzileiro sobreviveu inexplicavelmente ao atravessar um campo minado”. O curioso é que o recruta passou pelo terreno sem saber dos artefatos enterrados, que só foram descobertos pelos rastreadores depois. Algumas minas estavam exatamente ao lado de suas pegadas. “Muita gente disse que foi pura sorte, mas o rapaz fez questão de mencionar o poema e dizer que foi Cristo que o carregou nos braços ali”; comenta Margaret. Palavras que inspiram e consolam Uma noite eu tive um sonho. Quando a última cena de minha vida passou diante de nós, olhei para trás, Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e O Senhor me respondeu: |
Fonte: JesuSite
junio 30, 2008
A verdade sobre a expiação de Cristo – significado e dádivas
òtima mensagem do Rev. Josafá Vasconcelos sobre a obra expiatória de Cristo
junio 29, 2008
Retrospectiva 70 das Mensagens Pastor Juanribe Pagliarin para download gratis
Em breve todas as pregações e ilustrações do pr Juanribe Pagliarin aqui; Não deixe de conferir em nossos Marcadores ao lado, outras pregações, ilustrações e vídeos do pr Juanribe Pagliarin.
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junio 24, 2008
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