julio 22, 2008

7 Perseguição aos Cristãos – Saiba mais sobre as coisas terríveis que aconteciam

Publicado en Biografias, Godcasting, Textos tagged , , , , , , a 10:44 pm por predicar

Essas perseguições são revoltantes (porem a luta do cristão não é contra a carne), mas acho que se alguém se diz ‘cristão’ deve estar ciente dessas coisas ocorridas com os primeiros cristãos, para medir as palavras antes de chamar um irmão na fé de: ‘fracassado’ ou ‘derrotado’. Se fosse nos tempos de hoje muitos diriam que estes que morreram por amor a Cristo, não sabiam usar a fé verdadeira.

A SÉTIMA PERSEGUIÇÃO SOB DÉCIO, EM 249 D.C.

Esta foi ocasionada, em parte, pelo aborrecimento que Décio tinha para com seu antecessor, Felipe, considerado cristão, e também por seu ciúme diante do assombroso avanço do cristianismo. O que ocorria era que os templos pagãos começavam a ser abandonados e as igrejas cristãs tornavam-se repletas.

Estas razões estimularam Décio a tentar a extirpação do nome “cristão”. E, desafortunadamente para o Evangelho, vários erros ocorreram, nesse tempo, dentro da Igreja. Os cristãos achavam-se divididos entre si; os interesses próprios separavam aqueles a quem o amor deveria manter unidos; a virulência do orgulho deu ocasião a uma série de facções.

Os pagãos, em geral, ambicionavam pôr em ação os decretos imperiais e consideravam o assassinato dos cristãos um mérito para si próprios. Nessa ocasião, os mártires foram inumeráveis; relacionaremos, porém, apenas os principais, Fabiano, bispo de Roma, foi a primeira pessoa, em posição eminente, a sentir a severidade dessa perseguição. O falecido imperador havia posto seu tesouro aos cuidados desse homem, devido à sua integridade. Mas Décio, por não encontrar tanto quanto sua avareza o fizera imaginar, decidiu vingar-­se do bom prelado. Fabiano foi, então, preso e decapitado em 20 de janeiro de 250 d.C.

Julião, nativo da Cilícia, como nos informa Crisóstomo, foi preso por ser cristão. Posto em uma bolsa de couro, junto com várias cobras e escorpiões, foi lançado ao mar.

Pedro, um jovem muito simpático, tanto pelo seu físico como por suas qualidades intelectuais, foi decapitado por se recusar a sacrificar a Vênus. No julgamento, declarou: “Estou atônito ao ver que sacrificais a uma mulher tão infame, cujas abominações são registradas por vossos próprios historiadores e cuja vida consistiu em ações que vossas próprias leis castigariam. Não oferecerei sacrifício a ela, mas ao verdadeiro Deus apresentarei a oferta aceitável de louvores e orações”. Ao ouvir isto, Optimo, procônsul da Asia, ordenou que o preso fosse estirado na roda de tormento, onde se lhe romperam todos os ossos. Depois, foi decapitado.

Nicômaco, obrigado a comparecer diante do procônsul como cristão, recebeu ordens de sacrificar aos ídolos pagãos. No entanto, ele replicou: “Não posso dar a demônios a reverência devida somente ao Todo-Poderoso”. Esta maneira de falar enfureceu de tal modo o procônsul, que Nicômaco foi posto no potro. Depois de suportar os tormentos por um tempo, retratou-se. Porém, logo depois desta prova de debilidade, entrou em agonia; tombou ao chão e morreu imediatamente.

Denisa, uma jovem de apenas dezesseis anos, ao contemplar este terrível juízo, exclamou: “Oh, infeliz, para que comprar um momento de alívio à custa de uma eternidade de misérias?!” Ao ouvi-la proferir tais palavras, Optimo chamou-a e, ao saber que ela também era cristã, mandou decapitá-la.

André e Paulo, dois companheiros de Nicômaco, sofreram o martírio por apedrejamento em 251 d.C. e morreram invocando o nome de seu Redentor.

Alexandro e Epímaco, de Alexandria, foram presos como suspeitos de serem cristãos. Diante da confirmação, foram golpeados com estacas, rasgados com ganchos de ferro e, finalmente, queimados. Também nos informa um fragmento preservado por Eusébio que quatro mulheres mártires sofreram naquele mesmo dia e no mesmo lugar, mas não da mesma maneira; foram decapitadas.

Luciano e Marciano, dois malvados pagãos versados nas artes mágicas, converteram-se ao cristianismo e, para expiar os erros passados, passaram a viver como eremitas e alimentar-se apenas de pão e água. Depois de um tempo nesta condição, tornaram-se zelosos pregadores e ganharam muitas almas para Jesus. Vindo a perseguição, foram presos e levados diante de Sabino, o governador da Bitínia. Quando lhes interrogaram em nome de que autoridade

pregavam, Luciano respondeu que “as leis da caridade e da humanidade obrigavam todo homem a buscar a conversão de seus semelhantes e a fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para libertá-los dos laços do diabo”.

Havendo Luciano respondido desta maneira, Marciano acrescentou que a conversão deles “havia sido pela mesma graça concedida ao apóstolo Paulo, que, de zeloso perseguidor da Igreja, convertera-se em pregador do Evangelho”.

O procônsul, ao perceber que não podia prevalecer sobre eles no sentido de obrigá-los a renunciar a fé, condenou-os a ser queimados vivos. A sentença foi logo executada.

Trifon e Respício, dois homens ilustres, foram apreendidos como cristãos e encarcerados em Nisa. Tiveram os pés traspassados com cravos; foram arrastados pelas ruas, açoitados, descamados com ganchos de ferro, queimados com tochas, e finalmente decapitados no dia primeiro de fevereiro de 251 d.C.

Ágata, uma bonita dama siciliana, não era tão notada por seus dotes naturais, mas por sua piedade. Tal era a sua formosura que Quintiano, governador da Sicília, apaixonou-se por ela e fez muitas tentativas de vencer sua castidade; todas, porém, sem êxito. A fim de satisfazer mais facilmente suas paixões, colocou a virtuosa dama nas mãos de Afrodica, mulher infame e depravada. Esta miserável usou todos os artifícios para arrastá-la à prostituição; contudo, viu falidos todos os seus esforços, pois a castidade de Ágata era inexpugnável, e ela sabia muito bem que só a virtude poderia dar-lhe a verdadeira felicidade. Afrodica fez saber a Quintiano a inutilidade de seus esforços, e este, enfurecido ao ver seus desígnios frustrados, tornou sua concupiscência em ressentimento. Quando Ágata se confessou cristã, ele decidiu satisfazer-se com a vingança, desde que não podia gratificar-se com a paixão. Por ordens suas, Ágata foi flagelada, queimada com ferros em brasa e descarnada com ganchos de ferro. Ao suportar estas torturas com admirável força, foi posta nua sobre brasas misturadas com vidro, e logo devolvida ao cárcere, onde expirou no dia 5 de fevereiro de 251 d.C.

Cirilo, bispo de Gortyna, foi preso por ordens de Lúcio, governador daquela região, que o exortou a obedecer à ordem imperial, a fazer os sacrifícios e a salvar da destruição sua venerável pessoa de oitenta e quatro anos. O bom prelado respondeu que, como havia ensinado a outros durante muito tempo a salvar suas almas, agora só podia pensar na própria salvação. O digno prelado escutou, sem a menor emoção, a sua sentença, dada com furor; caminhou animadamente até o lugar da execução e sofreu o martírio com total integridade.

Em nenhum lugar a perseguição manifestou-se com tanta ira como na ilha de Creta, pois o governador, sumamente ativo na execução dos editos imperiais, fez correr rios de sangue dos piedosos cristãos.

Babylas, um cristão com educação acadêmica, chegou a ser bispo de Antioquia em 237 d.C., depois de Zebino. Atuou com zelo incomparável e pastoreou a igreja com uma prudência admirável durante os tempos mais tormentosos. A primeira desgraça a ocorrer em Antioquia durante a missão de Babylas foi o cerco orquestrado por Sapor, rei da Pérsia, que, ao invadir toda a Síria, tomou e saqueou essa cidade, entre outras, e tratou os moradores cristãos com maior dureza que os outros; porém, logo foi derrotado por Gordiano.

Depois da morte de Gordiano, o imperador Décio, que o sucedeu, visitou Antioquia e ali expressou o desejo de visitar uma comunidade cristã. Babylas opôs-se absolutamente a isso e não permitiu a sua entrada. O imperador dissimulou momentaneamente a ira, mas logo mandou buscar o bispo e, ao repreendê-lo duramente por sua insolência, ordenou que sacrificasse às divindades pagãs como expiação por sua ofensa. Ao recusar, Babylas foi deixado no cárcere, preso em cadeias, e tratado com a maior severidade. Logo depois, foi decapitado juntamente com três jovens que foram seus alunos. Isto aconteceu em 251 d.C.

Neste mesmo tempo foi encarcerado Alexandro, bispo de Jerusalém, e ali morreu devido à dureza de sua reclusão.

Juliano, um ancião aleijado por causa de uma artrite, foi atado juntamente com Cronión a corcovas de camelos, flagelados cruelmente e logo lançados ao fogo, onde morreram. Também quarenta donzelas foram queimadas em Antioquia, após sofrerem encarceramento e flagelos.

Em 251 d.C., o imperador Décio, depois de erigir um templo pagão em Éfeso, ordenou que todos os habitantes da cidade sacrificassem aos deuses. Esta ordem foi nobremente desprezada por sete de seus próprios soldados:

Maximiano, Marciano, Joanes, Malco, Dionísio, Seraión e Constantino. O imperador, desejoso de que eles renunciassem a fé cristã mediante suas exortações e apelos, deu-lhes um tempo considerável até voltar de uma expedição. Durante a sua ausência, os bravos soldados fugiram e ocultaram-se em uma gruta. Ao regressar e tomar conhecimento do fato, o imperador ordenou que a entrada da caverna fosse fechada, e todos morreram de fome.

Teodora, uma jovem e formosa dama de Antioquia, recusou-se a sacrificar aos deuses de Roma. Foi, por isso, condenada a viver em um bordel, onde sua virtude seria sacrificada à brutalidade e à concupiscência. Dídimo, um cristão, entrou naquele recinto vestido com um uniforme de soldado romano, revelou-se a Teodora e aconselhou-a a fugir disfarçada com aquela roupa, ficando ele em seu lugar. Quando descobriram no bordel um homem no lugar da formosa dama, Dídimo foi levado diante do governador, a quem confessou a verdade. Ao declarar-se cristão, recebeu imediata sentença de morte. Teodora, ao ouvir que seu libertador morreria, rogou perante o juiz e implorou que a sentença recaísse sobre ela. Não obstante, surdo aos clamores dos inocentes e insensível à justiça, o implacável juiz condenou a ambos. Dídimo e Teodora foram decapitados e depois tiveram os corpos queimados.

Secundiano, acusado de ser cristão, era levado ao cárcere quando Veriano e Marcelino indagaram aos soldados que o conduziam: “Para onde levais um inocente?” A pergunta fez com que também fossem presos e, após serem torturados, os três foram pendurados e decapitados.

Orígenes, o célebre presbítero e ensinador da Palavra de Deus em Alexandria, foi preso aos sessenta e quatro anos e largado numa imunda masmorra, totalmente acorrentado, com os pés no cepo e as pernas estiradas ao maximo, durante vários dias seguidos. Foi ameaçado com fogo e torturado com todos os requintes de crueldade inventados pelas mentes mais diabólicas. Durante o seu terrível e prolongado tormento, morreu o imperador Décio. Gallo, seu sucessor, envolveu-se numa guerra com os godos e, com isso, os cristãos tiveram um certo alívio. Orígenes obteve então a liberdade e retirou-se para Tiro, onde ficou até a morte, que lhe sobreveio aos sessenta e nove anos.

Gallo, depois de concluir suas guerras, deparou-se com uma praga no império. Ele ordenou, então, que fossem oferecidos sacrifícios aos deuses pagãos. Esta medida fez com que novas perseguições aos cristãos fossem desencadeadas, desde a capital do império até as províncias mais afastadas. Muitos foram as vítimas da impetuosidade da população, assim como do preconceito dos magistrados. Entre esses mártires estiveram Cornélio, bispo cristão de Roma, e Lúcio, seu sucessor, em 253 d.C.

A maioria dos erros introduzidos na Igreja, nesta época, resultou de se colocar a razão humana em competição com a revelação. Quando, porém, os teólogos mais capazes demonstraram a falibilidade de tais argumentos, as opiniões que se haviam levantado desvaneceram-Se como as estrelas diante do Sol.

http://www.louvar72.hpg.ig.com.br

A SEXTA PERSEGUIÇÃO SOB MAXIMINO, EM 235 D.C.

Publicado en Biografias, Documentários, Textos tagged , , , , , , , a 10:34 pm por predicar

Em 235 d.C., começou, sob o comando de Maximino, uma nova perseguição. O governador de Capadócia, Seremiano, fez todo o possível para exterminar os cristãos daquela província.

As principais pessoas a morrer sob este reinado foram: Pontiano, bispo de Roma (seu sucessor, um grego chamado Anteros, ofendeu o governo ao reconhecer os atos dos mártires); Pamaquio e Quirito, senadores romanos, juntamente com suas famílias; Simplício, também senador; Calepódio, um ministro cristão que foi lançado ao rio Tiber; Martina, uma nobre e formosa donzela; e Hipólito, um prelado cristão que foi atado a um cavalo selvagem e arrastado até morrer.

Durante esta perseguição, suscitada por Maximino, muitos cristãos foram executados sem julgamento e enterrados indiscriminadamente em montões; às vezes, cinqüenta ou sessenta eram jogados juntos em uma vala comum, sem a menor decência.

Ao morrer o tirano Maximino, em 238 d.C., substituiu-o Gordiano. Durante seu reinado, assim como no de Felipe, seu sucessor, a Igreja esteve livre das perseguições num período de mais de dez anos. Porém, em 249 d.C., por instigação de um sacerdote pagão, e sem conhecimento do imperador, desatou-se em Alexandria violenta perseguição.


http://www.louvar72.hpg.ig.com.br

Perseguições Papais e as raizes da intolerancia religiosa dos nossos dias

Publicado en Documentários, Textos tagged , , , , , a 10:33 pm por predicar

Até agora, nossa história sobre as perseguições limitou-se principalmente ao mundo pagão. Chegamos, então, a um período em que a perseguição, sob a roupagem do cristianismo, cometeu atrocidades piores que as que infamaram os anais do paganismo.

Ao deixar de lado as máximas e o espírito do Evangelho, a igreja papal, armada com o poder da espada, humilhou a Igreja de Deus e devastou-a durante vários séculos, num período apropriadamente conhecido como “a idade das trevas”. Os reis da Terra deram o seu poder à “Besta”, e sujeitaram-se a ser pisoteados pelas miseráveis artimanhas que amiúdo ocuparam o trono papal, como no caso de Henrique, imperador da Alemanha. A tempestade da perseguição papal abateu-­se primeiro contra os valdenses, na França.

A PERSEGUIÇÃO CONTRA OS VALDENSES, NA FRANÇA.

Após o papa introduzir várias inovações na Igreja e cobrir o mundo cristão com trevas e superstições, uns poucos, ao dar-se conta da tendência perniciosa de tais erros, decidiram exibir a luz do Evangelho em sua real pureza. Empenharam-se em dispersar aquelas nuvens estendidas por uns astutos sacerdotes, que pretendiam cegar o povo e embaçar o seu verdadeiro resplendor.

O principal entre estes foi Berengário que, por volta do ano 1000, pregou denodadamente as verdades do Evangelho, segundo sua primitiva pureza. Muitos, convencidos, concordaram com a sua doutrina e foram, por isso, chamados berengários. Este defensor do Evangelho foi sucedido por Pedro Bruis, que pregou em Toulouse, sob a proteção de um conde chamado Ildefonso. Todos os pontos dos reformadores, com as suas razões para separar-se da igreja de Roma, foram publicados em um livro escrito por Bruis, sob o título de “Anticristo”.

No ano 1140 de nossa era, o número de reformados era muito grande, e a probabilidade de seu crescimento alarmou o papa. Preocupado, ele escreveu a vários príncipes, a fim de pedir-lhes que desterrassem de seus domínios os reformados e empregassem muitos eruditos para escrever contra as suas doutrinas.

Em 1147, eram chamados de henericianos, devido a Henrique de Toulouse, seu mais eminente pregador. E, por causa da não aceitação de religiosa, além das que se podiam deduzir das Escrituras, o partido deu-lhes o nome de apostólicos. Ao final, Pedro Waldo, ou Valdo, natural por sua piedade e erudição, veio a ser um enérgico oponente do então, os reformados receberam a alcunha de valdenses.

O papa Alexandro III, informado destes sucessos pelo bispo de Lyon, Valdo e seus seguidores, e ordenou ao seu informante que os varresse, se possível fosse, da face da Terra. Assim começaram as perseguições papais contra os valdenses.

As atividades de Valdo e dos reformados suscitaram a primeira aparição dos inquisidores, pois o papa Inocente III conferiu a alguns monges a autoridade de inquirirem, para que fizessem a investigação e entregassem os reformados ao julgamento. O processo era breve, pois qualquer acusação era considerada culpa, e nunca se concedeu um juízo justo a um acusado.

O papa, ao dar-se conta de que esses meios cruéis não surtiam o efeito desejado, enviou vários monges eruditos com a missão de pregar aos valdenses e convencê-los do erro de suas opiniões. Entre estes havia um chamado Domingo, que se mostrou muito zeloso da causa papal. Ele criou uma instituição que, por causa de seu nome, foi chamada de a ordem dos frades dominicanos. Os membros desta instituição tomaram-se, desde então, os principais inquisidores do mundo. O poder deles era ilimitado. Levantavam-se contra as pessoas como bem lhes parecia, sem considerar idade, sexo ou nível social. Infames que eram, consideravam válidas quaisquer acusações; inclusive cartas anônimas, que eram tidas como suficiente evidência.

Ser rico era um crime equivalente à heresia. Muitos dos que tinham dinheiro eram acusados de hereges, para que fossem obrigados a pagar por suas opiniões.

Os mais queridos amigos e parentes mais próximos não podiam ajudar, sem risco, a alguém que estivesse encarcerado por questões religiosas. Quem lhes desse até mesmo um copo de água caía sob a acusação de favorecer os hereges, e era perseguido. Nenhum advogado ousava defender o seu próprio irmão, e a maldade dos inquisidores ia além da tumba: exumava-se os ossos dos mortos e os queimava como exemplo para os vivos. Se alguém, no leito de morte, era acusado de ser um seguidor de Valdo, suas posses eram confiscadas, e o herdeiro, privado de sua herança. Alguns foram enviados a Terra Santa, enquanto os dominicanos se apoderavam de suas casas e propriedades. Estas perseguições persistiram durante vários séculos, sob diferentes papas e outros grandes dignitários da Igreja Católica.

Autor: John Fox

O Livro dos Mártires

Ed: CPAD

junio 29, 2008

Pregação – A Bíblia Católica condena A coroa da santa! para download com Juanribe Pagliarin

Publicado en Pregação em audio tagged , , , , , , , , , , a 2:02 am por predicar


A Bíblia Católica condena A coroa da santa!

“É só a Ti, Senhor, que devemos adorar”. (Baruc 6)

>> Download <<

Baruc é um dos livros do Antigo Testamento que apenas existe na Bíblia Católica. Também chamado de livro apócrifo, não se encontra nas bíblias evangélicas ou protestantes, mas é aprovada e recomendado pelo Vaticano. Surpreendentemente, este livro reconhecido pela Igreja Católica como autêntico traz uma enérgica admoestação aos praticantes da idolatria. Nesta pregação completamente inspirada no Livro de Baruc, o pastor Juanribe Pagliarin traz uma esclarecedora consideração sobre a coroa de nossa senhora Aparecida, que transformará para sempre sua maneira de ver as imagens de escultura.

>> Download <<

junio 28, 2008

O Mistério do Santo Sudário – documentário

Publicado en Documentários tagged , , , , , , , a 3:01 am por predicar

Muita coisa tem sido dita sobre o manto que supostamente envolveu o corpo de JEsus Cristo após  crucificação, documentário muito interessante

O Mistério do Santo Sudário

Sinopse:

O Sudário de Turin é um dos mais célebres e controversos artefatos do Cristianismo. Quando fotografado, por volta de cem anos atrás, os negativos mostraram algo que nenhum observador jamais havia percebido, uma imagem clara e impressionante da face de Jesus Cristo. Cientistas e estudiosos do mundo inteiro se unem em busca de pistas que poderão solucionar os mistérios desta raridade.


Informações:
Tamanho: 280 MB
Formato:
DVDrip
Codec do Vídeo:
Windows Media Video
Codec do Áudio: Windows Media Audio
Idioma:
Português

Download:
Link 01Link 02Link 03

Religioes do Mundo – Protestantismo – documentário para download

Publicado en Documentários tagged , , , , , , , , a 2:19 am por predicar

òtimo documentário que mostra a história do protestantismo desde a época dos Antecessores de Martinho Lutero até os dias atuais. Nós o recomendamos

Clique aqui para baixar

Recomendamos o firefox para baixar o filme ( está hospedado no megaupload)

O download só funciona durante a noite, mas vale a pena

John Huss – Minibiografia e filme para download

Publicado en Documentários, Uncategorized tagged , , , , , , , , , , a 2:11 am por predicar

Nascido em Hussinec, na Boêmia, hoje Tchecoslováquia, em 1373, de uma família pobre que vivia da agricultura. Ele recebeu boa educação elementar e cursou na Universidade de Praga (capital atual da República Tcheca), onde terminou seu mestrado em Filosofia no ano de 1396. Dois anos depois, Huss começou ensinar na Universidade, e em 1401, veio a ser o seu reitor. Em 1400, Huss foi separado como padre e foi-lhe entregue a responsabilidade da prestigiada Capela de Belém. Após o casamento do rei inglês, Ricardo II da Inglaterra com Ana, filha do imperador Carlos IV da Boêmia em 1382, os ensinamentos de Wycliff foram logo introduzidos no país. Estudando-os bem de perto, Huss começou não só a pregar, como também traduzir as obras de Wycliff na língua Tcheca.

Pregador e Precursor da Reforma na Boêmia

Em 1403, Jan Huss se propôs a reformar a Igreja Romana na Boêmia, ensinando que o papado não tinha nenhuma autoridade de oferecer a remissão dos pecados através da venda de indulgências, como também questionou a legitimidade dos dois papas rivais Gregorio XII e AlexandreV. Por esta razão, em 1408, os incontentos padres e colegas da Universidade de Praga condenaram a Huss, e como resultado, foi proibido de exercer suas funções eclesiásticas em Praga. Um ano depois, ele recebe novas acusações de estar ensinando heresias; mas não para de pregar na Capela de Belém. Em 1411, Huss é excomungado de sua congregação, e todos os cultos, cerimônias de batizado e funeral foram anulados.Tal ato trouxe grande revolta nos cidadãos de Praga, os quais defenderam a Huss. O cúmulo da corrupção papal sucedeu em 1412, quando João XXIII lançou uma cruzada contra o Rei Ladislau de Nápoles, e ofereceu a remissão completa de pecados a todos os que participassem na guerra, ou a venda da indulgência para os que a suportassem. Ao ouvir tal notícia contrária a todos os preceitos bíblicos, Huss se levanta e ataca o papado de usar sanções espirituais e indulgências para fins pessoais e políticos. Em contra-ataque, Jan Huss foi excomungado de Roma e obrigado a deixar Praga.

A Intimidação Se Inicia

Durante o seu exílio, Huss teve a oportunidade de concluir uma de suas obras mais importantes, “De Ecclesia”. No ano de 1414, os líderes da Igreja Romana se reuniram para um Concílio em Constança (atualmente na Alemanha), e John Huss foi convocado a comparecer a fim de esclarecer seus ensinos controversiais com o da Igreja. O imperador Boêmio, Sigismund, prometeu salvo-conduto, mas, após um mês em Constança, os seguidores do Papa João XXIII o prenderam, e ele foi impelido pelo Concílio de se retratar. Huss permanceceu preso durante os sete meses de seu julgamento, e pouca oportunidade foi-lhe dada de se defender. Por não voltar atrás, Jan Huss foi condenado como hereje, despido e queimado na estaca fora da cidade no dia 6 de julho de 1415. Huss morreu cantando o hino em grego “Kyrie eleeson” (Senhor, tem misericórdia). O local de sua morte é marcado até hoje com uma pedra memorial. Como Wycliff, Huss lutou pela reforma da Igreja pagando o preço com sua vida. Os perseguidores destruíram o corpo, mas não os ensinos de Huss, que foi espalhado por toda a Europa por seus discípulos mais radicais, conhecidos como Taboritas. Estes rejeitaram tudo na fé e na prática da Igreja Romana que não se encontrasse na Bíblia. Destes discípulos surgiu a Igreja Moraviana, a qual tornou-se mais tarde numa das igrejas de mais visão missionária da História da Igreja. O resultado do trabalho de Huss e de tantos outros foi vista um século depois, na pessoa de Lutero.

Texto de Vania Da Silva

fonte: http://www.sepoangol.org

para baixar Clique aqui

Recomendamos o firefox parabaixar o filme ( está hospedado no megaupload)

O download só funciona durante a noite, mas vale a pena

Foto da execução de John Huss, condenado por traduzir a BÃblia para a lingua do povo

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.